quarta-feira, 11 de julho de 2007

Einstein


Ouvindo: Living On The Edge do Aerosmith. São 12h16.

O tempo é algo tão complexo. Chamamos de tempo o horário. Nominamos de tempo o clima. Solicitamos ao tempo respostas. Queremos que o tempo mostre o caminho ou mesmo mandamos que o tempo apague lembranças. Mas no fundo somos nós quem faz tudo isso. Não sou muito de livros de auto-ajuda ou similares. Mas um vídeo que assisti antes de vir para cá chamou-me atenção. Ele é intitulado como "O Segredo". Um material que virou livro e DVD e que já tem genéricos espalhados pelo mundo afora. Interessante e fez-me pensar muito sobre o assunto. Fiz e aqui estou. Auto-ajuda serve apenas para nós ficarmos um pouco melhores ou mais animados com o futuro que escolhemos. Mas dias após esvai-se, cai no esquecimento. Normalmente deixo os filmes no note por uns dias, vejo-os e deleto posteriormente. Mas este deixei guardado. Demorei uma semana para ver aquele documentário de uma hora e meia. Falam de pessoas que, através da mente e do pensamento positivo, conseguiram mudar suas vidas e a de muitos outros, automaticamente. Você sabia que Albert Einstein não era apenas um físico louco? Ele é cultuado no mundo inteiro pela ciência mas no mundo pagão também. Dizem que ele é, até hoje, a pessoa mais inteligente do mundo pois usa 7 ou 9% do seu cérebro (leia-se mente). Enfim, que com sua mente desenvolvida conseguiu realizar façanhas que até hoje especialistas ficam "batendo cabeça" tentando decifrar. De pequenas lógicas até complexos cálculos. Mas você sabia ainda que o Seu Einstein conseguia movimentar cadeiras sem tocá-las, levitar e boiar pedras pesadas? Algo de inacreditável. Mas leia sobre bruxaria, paganismo, satanismo que irá descobrir tanta coisa interessante que no fundo saberá que você também é o diabo em pessoa. Muitas vezes fazemos o bem a alguém, mas no final o resultado é desastroso. E outras fazemos o mal e acabamos por fazer o bem. Nem sempre o mal que nos apresentam é realmente ruim. É benéfico, em algumas ocasiões. E vice-versa. Você é o diabo e sabe disso? E sou e estou ciente disso. A maldade está dentro de nós e não num ser superior ou inferior. Somos nós quem machucamos, mentimos, enganamos, matamos, furtamos ou roubamos. Pense no que for fazer. Depois é tarde demais. Mas de qualquer forma, faça o que quiser, com quem quiser, onde quiser e pelos motivos que o incentivarem. Mas os faça. O resultado? Ele surgirá. Cedo ou tarde surgirá.

Ouvindo: Used To Love Her do Guns. São 12h27.

PS:


Observação ao post anterior. Descrobri o motivo da sonolência. Era um indício dum puta resfriado que estou passando hoje. Aliás, estou muito barbudo. Cabeludo e barbudo. Homem das cavernas. Mas me dói todo corpo hoje. E como não sou de desistir fácil, XÔ RESFRIADO!

terça-feira, 10 de julho de 2007

Sonolência


Ouvindo: Nada Mudou do Léo Jaime. São 17h24.

Hoje iria considerar sobre um assunto que o quero fazer desde segunda, mas não o farei. Estou maleixo. Bateu um sono sem tamanho. Cheguei em casa, comi apenas um velho iogurte que estava na geladeira desde não sei quando - mas ainda dentro da validade - e fui deitar. Acabei deitando no sofá. Apenas deitei por deitar. Mas fiquei sonolento de tal forma que adormeci. Acordei assustado faltava meia-hora para vir trabalhar. E acordei mal. Dormi tão bem, mas tão mal. Interessante, mas verdade. Parece que há um vazio dentro de mim. Uma boca seca. A impressão que tenho é de que bebi um caminhão de álcool na véspera e estou de ressaca. Mas nem bebi. Ontem fomos caminhar. Eu e a Sil percorremos alguns trechos da cidade. Voltamos. Creio que seja por este motivo que hoje estou meio cansado. Mas nem caminhamos tanto. Tem de ser gradativo senão depois causa dores. Não sinto dor. Apenas um cansaço. Acredito que seja mais mental do que qualquer outra coisa. Ou quem sabe por que não comi nada hoje. Aliás, estou ingerindo um salgado feito de pão e calabresa (creio que seja isso) que comprei na padaria antes de vir. Era o maior que tinha. Mas pelo menos isso aqui é em conta: R$2,50. Mas é bem isso que me acomete. Tenho ensaio do teatro hoje, mas não estou muito afim. Quero ir dormir direitinho. Aliás, dias atrás estava lendo o Alcoorão e esta passagem cai bem hoje: “E de quanto Ele, para vosso sossego, vos envolveu num sono, enviou-vos água do céu para, com ela, vos purificardes, livrardes da imundice de Satanás, e para confortardes os vossos corações e afirmardes os vossos passos. E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis!”
Voltou aquela velha e sacrificante insônia. Hoje eu quero um colo.

Ouvindo: Campo Minado da Bandaliera. São 17h45.

Presente


Ouvindo: Uma voz em minha mente dizendo algo que não compreendo. São 12h29.

Apenas para constar e não haver discordância. Amei os bombons. Saudades da Anjinha. Obrigado mocinha.

Ouvindo: A mesma voz. São 12h30.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Gaúchos


Ouvindo: Smoke On The Water do Deep Purple. São 17h52.

Não fique triste. Venha ser minha. Com seu melhor sorriso. Recordei desta música da Veliaria, de Bento Gonçalves, neste início de conversa. Hoje coloquei a foto do Padre e da Elaine. Esta jornalista de Porto Alegre tem a capacidade, louvável, de levantar até alegria do parente de morto em velório. Conhecemo-nos em um evento, nos meus primeiros dias desta terra nova. Acabamos por nos reencontrar num boteco. E depois nos vemos mais seguidamente. Aliás, Elaine, tua amiga segue com a minha camiseta preta. Interessante como acabamos por conhecer pessoas bacanas. Tenho sorte disso. Além da Elaine, outras pessoas tive o privilégio de conhecer. Gostaria de poder expor um pouco mais, mas preciso evitar. Quem sabe evitaria maiores complicações. Não para minha pessoa, mas para a outra parte. Sei que entende. E agradeço por isso. Vida complicada. Mas esta complicada vida é maravilhosa. Fui buscar os exames hoje. Não vi nada de anormal. A tontura passou e os resultados nada constam. Amanhã levarei os exames para o médico, ou a médica bonita que me atendeu, avaliar. Não me chame de sacana porque não sou. Nesta segunda sinto-me mais magro. Mas hoje começo a retomada dos exercícios. Uma caminhada básica para começar a aquecer este corpo velho e acabado. Mas divirto-me. Andei pensando em mudar. Mas não por enquanto. Ainda não. Fincarei minha estaca mais profundamente. Algumas coisas aconteceram e pessoas apareceram. E quem me conhece sabe. A razão vem sempre depois. Outra coisa: gaúcho é tudo bairrista. Vide Elaine e Luis Fernando. E Iaran também.

Ouvindo: Guilty Of Love do Whitesnake. São 18h18.

domingo, 8 de julho de 2007

Bichos


Apenas para constar: saudades do Gatão e do Pink. Mesmo que inútil o Pink é o Pink da família. O cachorro não serve nem para latir.

Repórter





Ouvindo: Main Man do T. Rex. São 14h31.

Eu senti o cheiro do sangue, eu senti o cheiro de morte, eu senti o ar da tristeza, da perda, da indignação. Eu vi alegria, vi sorriso. Eu vi emoção, surpresa, felicidade. Eu tive a oportunidade de sentir medo, sentir pena, sentir dor. Eu fui onde muita gente gostaria de ir. Eu estive com pessoas que muitos dariam qualquer coisa para estar perto. Eu conversei com pessoas incríveis. Eu entrevistei pessoas medonhas, corruptas, criminosas. Através do meu trabalho, eu pude ver algumas cenas que não gostaria de ter visto. Eu vi pessoas que me causaram medo e raiva. Obriguei-me a ser imparcial em assuntos que eu não seria como um ser humano racional. Senti ódio de pessoas más. Vi bandido confesso não sentir pena e dizer que mataria novamente. Levei chute de bandido, levei soco de pessoas que tinham feito algo errado. Fui elogiado por um bom trabalho. Já fui elogiado por um trabalho bem feito e fui ameaçado por ter descoberto o que não queriam que o fosse. Apontei bandido e o bandido me marcou. São algumas cenas que tive de passar através do meu digno e honroso trabalho. Sou repórter. Nasci radialista, mas virei repórter. Desde pequenino sou metido e curioso. Minha amada mãe recorda, de tempos em tempos, os momentos em que éramos visita na casa de alguém e o pequeno Neno começara a abrir portas e gavetas procurando algo de interessante para brincar. Era o primeiro a ir buscar o que era necessário. Seja uma xícara ou um prato. Na infância eu dera meus primeiros passos para o meu trabalho, a minha vida. Por quanto tempo eu não sei. Apenas sei que devo fazer o meu melhor, informar, buscar a verdade e fazer saber a todos quantos queiram saber. Informação tornou-se minha vida. Da minha curiosidade tornou-se a minha profissão. E com muito orgulho. Tive acesso a muitos lugares que não teria antes. Vi, cara-a-cara, pessoas que jamais teria acesso. Entro e saio com facilidade. Sou metido sim. E com orgulho. Tornei-me ávido por informação, por cultura. Qualquer notícia é boa. Desde o cachorro que morreu atropelado até o assassino do irmão. As fotos, no início desde post, quase seriam as minhas. As imagens são minhas. Do dia 03 de março deste ano de 2007. Recordo que estava um dia chuvoso, uma tarde de unidade móvel em Bento Gonçalves. Recebi a informação de um acidente grava na RST470. Estava me deslocando até o acidente quando Pai do Céu olhou por mim e me fez pensar de forma extremamente rápida. Ou pode ter feito eu não pensar em trocar de marcha. O Kadett da foto deveria ter sido o Fiesta da Rádio em que eu estava. De forma rápida consegui desviar do carro que vinha no sentido contrário. Desisti de ultrapassar um caminhão porque estava ao celular falando com a Lara. A Larinha, minha amiga do coração de Carlos Barbosa. Falávamos sobre minha recente mudança de Barbosa à Bento. Nestes segundos que duraram intermináveis momentos (na impressão que tive) pude ver um acidente grave. Por pouco não capotei o carro desviando do Kadett. Centímetros adiante o caminhão cruzava a pista e caía num barranco. E quando “acordei” estava na valeta da pista contrária com o telefone celular em mãos e ligando para a Polícia Rodoviária. Diante da gravidade do acidente desci do carro, mesmo com chuva, e corri em direção ao Kadett. Ajudei-os a descer do carro e pedir para que ficassem parados, deitados na pista. Aprendi a não mexer muito em feridos por causa de lesões que podem ser agravadas. Apenas algumas escoriações. Pelas fotos imagina-se algo de extrema gravidade. Mas os três ocupantes tiveram apenas alguns ferimentos leves. Arranhões leves. Fiz minha parte como ser humano. Ajudei quem precisava e depois, um tanto trêmulo, fiz um boletim ao vivo para a Rádio contando o que acontecera comigo. Entrei no carro novamente e segui até o outro acidente. Não cheguei lá, pois o trânsito estava trancado e não iria caminhar cinco ou seis quilômetros debaixo de uma chuva danada. Conversara com meu chefe de redação e expliquei. Ele pediu para voltar. Descobri que Pai do Céu me ama muito. Sim, me ama muito mesmo. Tanto quanto minha família me ama. Desde pequeno ele me cuida. Minha amada mãe sabe. Acidentes, bobagens, dia-a-dia. Independente dos motivos ou razões, estou vivo e aqui: feliz. Ele quer que eu seja feliz sim. Deu-me tudo o que pedi e tudo o que eu precisei. Uma família amorosa, tranqüila, inteligente, carinhosa, incentivadora e que me educou muito bem. Deu-me bons professores. Seja na escola ou no trabalho. Deu-me força de vontade para lutar todos os dias. Levantar a cada dia com a vida diante dos olhos. Deu-me pernas para caminhar e uma mente para pensar. Deu-me inteligência. E deu-me vontade para desenvolvê-la. Ele deu-me muita coisa, muitas oportunidades. Algumas eu peguei outras deixei passar, mesmo que de forma inconsciente. Nesta última, pedi a oportunidade e Ele me deu. Agarrei-a com toda a sinceridade, amor e esperança. E aceitei o desafio. Desafio este que eu mesmo pedi. E estou aproveitando. De forma curiosa, vim aqui. Estou como a Petrobrás: o Desafio é Minha Maior Energia. Não sei se amo o que eu faço. Mas sei que amo o fazer.

Ouvindo: Baby Stranger do T. Rex. São 15h52.

sábado, 7 de julho de 2007

À Sil



Ouvindo: Yesterday do Elvis Presley. São 20h56.

Versão interessante esta do Elvis. Dizem que há um Rei no mundo. Sim, há um. Chama-se Elvis Aaron Presley. Aprendi a gostar do sujeito através de minha inteligente e multicultural mãe. Caso não conheça Elvis, indico que comece a ver ou ouvir o show ao vivo Aloha From Hawai. Show memorável dos anos 70. Lindo. Senti-lo cantando. Porque Elvis nós não conseguimos ouvir. É necessário sentir. That´s The King! Não o Rei do Rock, mas o Rei da música. Todos sabem que sou apaixonado por Coverdale, Whitesnake, Purple, entre outros. Mas Elvis é Elvis. Não é mesmo mãe? Conta para o pessoal. Pede para a Moka deixar um recadinho no blog já que a senhora entra todo dia aqui. Aliás, se coça e escreve a senhora. Beijo Tchetcha!
Mas hoje estava vindo para a rádio muito mal. Mas muito mesmo. Preocupado. ESTOU GORDO! Sim, ontem fomos à tradicional cachaçada da imprensa local. Gente bacana. Comemos, bebemos e depois fomos para casa peidar. Estraguei! Mas tudo bem. Fico feliz que tenha soltado um sorriso com esta última expressão. Ainda jogamos uma sinuca. Mas o Luis Fernando e a Elaine são viciados. Mas a minha parceira, a Silvia Palma, também não foge muito disso. Ela que levou a equipe de dois (ela e eu) nas costas. Ainda consegui colocar no buraco uma bola. A minha. Mas ainda que vencemos uma para não ficar tão feio. Recordo de quando jogava sinuca no boteco da esquina, em Bento, com meu cunhado Luli. Aquele sim é viciado. Cheguei cedo em casa. Nem sei que horas eram. Mas sei que era cedo. Claro que 'cedo' dependendo do ponto de vista. Chegar meia-noite em casa é tarde. Quatro da manhã é cedo. Entendeu? Cedo cheguei. E mais cedo ainda levantei, pois tinha de trabalhar. Levantei, depois de uma dolorida necessidade profissional, tomei um banho e fui colocar uma vestimenta. Parei no espelho e quase chorei. Perguntei: quem é você? Simplesmente estou aqui há quase dois meses e virei um bolão. Deus do Céu e da Terra. Estou barrigudo. Nem quando namorava estava tão barrigudo. PALAMORDEDIO! Estou me sentindo mal. De onde é que surgiu isso? Nem percebi. Simplesmente parece que há um filho de uns três meses na barriga. * Elvis é Elvis * Vou ter de me coçar rapidamente porque barriga quando começa a crescer não pára. Já engordei alguns quilos desde que cheguei, mas me deparar coma barriga grande me fez ficar preocupado. Sim, pode dizer o que quiser, mas eu estou me sentindo mal assim. Sil, vamos começar a caminhar urgentemente. Deixarei de ficar lendo para caminhar mais. Quando conseguir perder esta "coisa" que nunca me pertenceu irei ler mais novamente. Gabi, vou aderir à tua saga pelas dietas. Baba, só porque sempre te enchi o saco com dieta, irei ser um utilizador deste método de emagrecimento. Aproveitarei também para fazer uns abdominais. Não sei se ando comendo demais porque passei dias ansioso e preocupado ou estou comendo por comer mesmo. Nem em Bento eu comia tanto. Vou comer mais frutas e iniciar um processo de "acostumamento de ingestão de coisas verdes". Alguns chamam de salada, eu chamo de capim. Aliás, hoje fui eu quem fez o almoço em casa. Fiz uma massa tagliarin com molho roucolet. Sim, é uma criação minha. O pessoal gostou. Ingeri um pouco porque quem faz comida não consegue comer muito. Creio que belisquei carne crua (que eu adoro, mas não se pode comer muita) demais e perdi a fome. Ou eu fazia o almoço ou iria seguir descansando este corpo que Deus me deu e eu estrago a cada dia. Mãe sempre pede para eu parar de fumar. Mãe, a Anjinha, entre outras pessoas. Até a Tê diz que eu fumo demais. Não percebi, mas, aparentemente, ando fumando menos. Enquanto isso, percebo que devo comer menos. Alimentar-se hoje em dia está caro. Assim consigo até economizar. Tenho de me concentrar um pouco mais. Não ando pessimista nem nada. Apenas distanciei um pouco das minhas visões. Não sei no que ando pensando tão frequentemente, mas voltarei a me concentrar nos objetivos. A idéia da Itália ainda não morreu. Alguns pensam que sou lunático, grosseiro. Outros totalmente o contrário. Estão todos certos. Sou tudo isso e mais um pouco. Saudades da Anjinha. Não sei por que, mas bateu uma vontade de apenas te ver mais uma vez. Ou duas, três, quatro... Segundo tenho de ir retirar o resultado dos exames que fiz esta semana. Resta aguardar o resultado para a avaliação médica deste corpinho. Ou melhor, que tornou-se um corpão.

Ouvindo: Always On My Mind do Elvis Presley. São 21h51.

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Super-herói


Ouvindo: More Than A Feeling do Boston. São 18h03.

Eu não suporto voar. Sabe, eu não sou tão ingênuo. Estou na procura da minha melhor parte. Eu sou mais que um pássaro, um gato, um cachorro ou jacaré. Eu sou mais que um avião ou um carro bonito. Mais que um rosto bonito num banner gigante. E não é fácil. Quero poder chorar novamente. Cair de joelhos, encontrar um meio de mentir sobre um lugar que eu quero. Pode soar absurdo, mas não que seja ingênuo. Até mesmo os nosso heróis têm o direito de sangrar, chorar, sofrer. Eu posso estar confuso, mas não pense que eu não posso sonhar, imaginar, acreditar. Eu posso. Até mesmo heróis têm o direito de sonhar. Vou para cima, para o alto, para longe, para o nada.
Tudo bem! Sei que muitos podem dormir profundamente a noite toda. Não estou e nem sou louco ou algo assim. Apenas meditando e deixando voar minhas imaginações. No fundo, eu não suporto voar por não gostar de altura excessiva. Eu não sou tão ingênuo, quem sabe. Os homens não foram feitos para andar com nuvens entre seus joelhos. Eu sou apenas um ser com uma engraçada manta colorida no pescoço procurando algo especial dentro de mim. Não é fácil mas não é tão difícil assim. Vou para a festa junina da imprensa.

Ouvindo: Crazy do Aerosmith. São 18h09.

Picture



Ouvindo: Black do Pearl Jam. São 12h28.

Apenas estou entrando para postar as fotos dos quadros da minha mãe. Como escrevi sobre ela ontem, hoje recebi as fotos da véia. Mãe, amo a senhora. Obrigado Elaine pelo comentário e pra Anjinha também. Creio que Lost tenha mensagens subliminares que fazem o sr humano viciar. A Elaine entrou na onda.

Ouvindo: Black do Pearl Jam. São 12h29.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

À minha mãe


Ouvindo: Follow In The Cry do After Forever. São 17h14.

Estava refletindo sobre minha vida. Bendito o momento em que Pai do Céu teve a idéia interessante e desafiadora de me colocar no mundo. Pai e mãe estavam no "bem-bom" e num certo do momento do "bem-bom" eis que Ele olhou firme (após pensar por alguns bons momentos) para baixo, olhou por todo o planeta e viu que era daquele momento "bem-bom", com aquele casal que eu nasceria. Já se passam mais de 27 anos deste momento. Até porque tenho 26 (farei 27 mês que vem) e mais nove meses, ou mais, passam dos 27 anos. Nada havia sido planejado. Creio que o meu velho chegou a casa, deu um tapa na bunda da mãe, falou umas bobagens e foram para o "bem-bom". Agradecido sou à minha amada mãe por ter aceitado. Mãe, senão não estaria eu aqui. Aliás, os dois fizeram um trabalho de primeira. "Esculpiram" este rapaz aqui. Quem diria que seria um rapaz assim? Mas ainda saí o 'piorzinho'. Porque as manas são lindas e gostosas para caralho! Felizes do Luli e do Mago. Por enquanto a família está assim. Daqui alguns dias aumenta. Estamos (eu, a Lela e a Baba) sozinhos. Mas vai saber. Sozinhos, em termos. Sou sortudo de ter nascido de uma mãe como a Dona Sônia. Essa mulher sim é foda. Tenho de dar os parabéns à ela. Belo trabalho mãe! E obrigado Pai do Céu por ter "saído" dela. Não queria e não pensei em ter uma outra mãe a não ser a Sônia. Esta sim serve de espelho e inspiração. É uma mulher inteligente e guerreira. Guerreira no sentido mais forte da palavra. Ela guerreou para educar, sustentar, cuidar, ensinar e amar os cinco filhos biológicos e mais dois adotados: o Luli e o Mago. E mais dois bichanos: o Gatão e o Pink. Quem quer uma mãe melhor? Ninguém. Sei que muitas pessoas têm dificuldades de convivência com suas respectivas famílias. E mais uma vez, agradeço ao Sujeito Lá de Cima por colocar todos nós juntos. Somos unidos e nos amamos. Todos. Os que surgiram da mesma mãe e os que apareceram com o passar do tempo. Estas pessoas são sim a razão de um ser como eu ter vontade de viver. E melhor: viver feliz! Perdi-me todo no assunto que comecei. Estou em 'outro mundo' hoje. Sim. Estava normal até início da tarde, depois aconteceu algo que me fez 'ficar fora'. Este tipo de "viajando" seria bom ter todo dia. Thanks, Little Angel! Não irei expor como estou agora porque ainda estou contente. Por tudo.
Mas voltando ao assunto que havia pautado: a mãe. Mãe é mãe e sempre a nossa mãe é a melhor. Seja gorda, magra, bonita, feia, chata, querida, inteligente, ignorante, rica, pobre, loira ou morena. Mãe é mãe e pronto. A minha mãe é melhor que a de vocês. E vocês dirão o mesmo. Mas o importante é nós termos MÃE. Porque existem mães e mães. Há mães e há aquelas que apenas no colocam no mundo depois dum certo momento. Mãe não é aquela que apenas abre as pernas e solta o bicho. Mas mais mãe é aquela que pega no colo, que cede o peito para a amamentação, que veste, que ensina a amarrar o cadarço do sapato, que pede para colocar mais um agasalho porque fora de casa é frio. Mãe é aquela que por mais quente que esteja pensa sempre que o filho vai passar frio. Mãe é aquela que não dorme antes do filho chegar. Ou pelo se faz de dormir. É aquela que tira a febre e faz chá quando resfriado. Aquela que acorda durante a madrugada para colocar o cobertor que caiu da cama. Mãe é aquele ser celestial que nos pega no colo quando caímos. É aquela que espera ansiosa chegarmos da escola para arrumar a mesa. É aquela que reclama quando o filho não quer comer salada. É aquela que pede para o filho cuidar com quem anda. Mãe é aquela que vê novela. Mãe é aquela que faz questão de passar fome para não ver o filho chorando. Mãe é aquela que vira o mundo do avesso para ver seu filho crescer bem e feliz. Mãe é mãe. Seja Maria, Sônia, Joana, Luiza, Gertrudes, Maristela, Elisabete, Sandra... Seja qual for o nome. Saiba que a sua mãe é seu bem maior. Trate-a como o ser mais valioso e mais importante. Não seria valiosa uma expressão correta. Seria incalculável o preço de uma mãe. Mas mãe mesmo. Não aquelas que apenas nos colocam no mundo. Mas aquela mãe que citei há pouco. Mãe, obrigado por ter me deixado nascer e ter me aceito. Dona Sônia, OBRIGADO! Que Pai do Céu abençoe a senhora sempre. Mas sempre mesmo. E farei o possível para realizar o sonho da senhora. E voltarei mãe, cantando Ozzy Osbourne, Mama I´m comming home. Wait a little time, please! Sou um filho agradecido e feliz, muito feliz e orgulhoso, pela mãe que Pai do Céu me deu.
Para a Anjinha, obrigado por mais um dia maravilhoso.

Ouvindo: Baroque do Joe Satriani. São 17h58.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Bombom


Ouvindo: Love Is Blind do David Coverdale. São 17h17.

Estava ouvindo esta música e recordei. Até onde o amor é cego? Ele vê muito bem. É meio bobinho, mas vê tudo. Mas ele vê o que as pessoas têm de bom. Não olha rosto, pernas, glúten, coxas, barriga, cabelos. Ele vê por dentro. O amor vê tudo e sente tudo. Escrevi que ele é bobinho e não bobo por completo. Porque o amor pode durar um dia, uma semana, um ano ou uma vida inteira. Não mais do que esta última. E dizem que ele não vê? Eu amei muito nesta minha curta, mas intensa, vida. Tive muitas mulheres e todas eu amei, parafraseando Vinícius de Morais (se não me falha a memória): "eu tive tantas mulheres e todas eu amei. Nem que seja por uma noite ou por dez anos. Eu amei-as intensamente..." Eu fui e sou assim. Se for para estar, quero estar totalmente. Não me peçam para ir com calma porque a calma nunca foi uma virtude. Serenidade sim, calma não. Quero algo completo não superficial. Quero uma pessoa inteira não metade. Quero um beijo quente e excitante. Não quero um beijo seco e gelado. Quero um beijo molhado. Preciso sentir; cheirar; suar; sorrir. E que isso seja recíproco. Do contrário, fico com meu Marlboro que me acompanha tanto. Ele é quente, babo nele e nunca diz nada nem me sacaneia. Esta tão interessante o assunto, mas não poderia prosseguir. Enfim, conseguiram entender. E porque deste assunto? Pois eu explico depois. Traduzindo a música do Coverdale, seguem alguns versos:
Eles dizem amor./ O amor é cego./ E o amor verdadeiro./ É difícil de encontrar./ Ele te faz um prodígio./ E agora você é notícia de ontem./ No amargo fim do namoro./ Alguns vencem alguns perdem./ Pois o amor é cego./ Eles dizem tempo./ Irá curar a dor./ Mas cedo ou tarde./ Voltará de novo./ Mas não tenha raiva./ Que seu coração pode se enganar./ Quando os velhos e familiares sentimentos./ Cantarem a mesma canção
Pois o amor é cego.//
São alguns versos de um vocalista fantástico. Posso dizer que amo um homem. Sim, o Coverdale é fantástico. Minha mãe que o diga por que ela também adora o cara. Esse sim é o cara. E eu realizei um sonho ao ter a oportunidade de ver um show dele. Ver o Coverdale de perto é sim uma realização. Falta agora o Iron Maiden. Mas o assunto hoje que ia escrever perdeu-se por um fato neste fim de tarde. estava entrando no ar quando chamaram-me na recepção. Havia uma menina sorrindo, além da Sirlei (como sempre gentil e solícita), com um bagulho cheio de badulaque em cima. Mas após receber o presente vi que não eram apenas badulaques. Era uma caixa de bombons (e não qualquer bombom - eram Ferrero Rocher) com um maço de trigo. Bombom e prosperidade. E para minha surpresa, era da Anjinha. Coisa mais fofa. Eu amei. Amor não se sente apenas por um par. Mas sim por bombons, pelo Coverdale e pela Anjinha também. Mas há amor para todo mundo. Sou um sujeito com coração grande. PS: Mas sou fiel. Se for um é um e pronto. Nem dois nem três. Fiquei embasbacado com o presente. Obrigado Anjinha, Obrigado mesmo. Avistar-te hoje, indo para casa, fez-me bem. Bom revê-la, mas ruim não poder ficar mais.
Agradecimento à parte, hoje "meti pra dentro" uma pizza inteira. Estou passando mal. Comi demais. Mas estava boa que era uma maravilha. Após quase um dia sem comer, fiz um 'lanchinho' bom. Fui doar sangue e tudo certo, hoje pela manhã. Semana que vem pegarei os resultados. Tinha tanto X naquele requerimento que desisti de saber o que era o que e apenas deixei aquela menina gentil inserir uma agulha fina em minha veia "mais gorda'. Aliás, minhas veias são um destaque a parte. Quando puder, peça para ver meus pés. Sem taradices. Adoro minhas veias. O Cazuza ia delirar quando ele era vivo e não tinha mais veias para se injetar. Piada sem graça. Tudo bem, não sou comediante e nem tento ser. Apenas me passei. Sabe, aqui no Orkut, se vocês perceberam, sempre tem uma música que estou ouvindo. Pois a música movimenta meu interior, meus instinto e minhas emoções. Caso tenha tempo, algum dia, ouça algumas destas que cito sempre no início e no final de cada post. Amplie sua audição musical. Não são sons pesados. Não todos. Alguns apenas. Mas ouvir Whitesnake é abrir uma porta para a excitação. Não sou daquele tipo de sujeito que diz "vamos fazer amor?" Até porque hoje em dia, da forma como é feito, de amor não tem nada. Pode ter carinho, paixão, tudo mais, mas amor é interessante em se pensar. Estávamos falando no ensaio do teatro sobre isso ontem. Tenho de começar a anotar minhas pautas para o blog. Tenho tantos assuntos, mas se prolongar demais fica cansativo. Beijo no coração de todos vocês. Agora sim, beijo com muito amor para vocês. Pessoal da casa: AMEI VER AS FOTOS DE VOCÊS. SAUDADES DE TODOS.
Esta foto foi tirada pela Marco no terceiro dia em que eu estava nesta terra. Um frio danado e tive de "usufruir" da jaqueta tamanho XXPP do Marco. O frio abateu-me de tal forma que não tve como segurar.

Ouvindo: Since, I Don´t Have You do Guns. São 18h27.

Auxílio








Ouvindo: Uma matéria minha. São 12h45.

Fui ao Posto de Saúde tirar um pouco de sangue para fazer meus exames. Passei mais de uma semana tonto e não sabia de onde surgiu. Sigo não sabendo. Por isso os exames. A menina tirou uma agulha gigante e um seringão. Bom, foi-se meio-litro de sangue. Mas tudo bem. Nem doeu. Pensei que fosse mais "dolorido", mas ela foi gentil comigo. Queria explanar do meu sentimento a muitas pessoas, mas poderia ser injusto com uma ou outra. Enfim, vou agradecer a Deus por ter todos vocês por perto (independente de onde estão). Agradeço à ELE por ter me colocado, inserido na convivência de cada um. De conhecer há um bom tempo ou ter conhecido há pouco. Obrigado PAI do Céu pela força de sempre e por acreditar em mim. Dormi mais tranquilamente hoje. Mas me abateu uma fome sem tamanho. Não sou de sentir fome, mas desde ontem que não como nada por causa do jejum do exame. Depois do Jornal vou para casa e faço umas ‘frituras diet’ pra mim. Vontade de descongelar aquela alcatra que comprei fim de semana, bater mais um pouco, fritá-la no bacon e degustar com queijo frito. Mas me cuido senão engordo mais do que já engordei em um mês e meio. Mas estou bem. Não estou gordo, mas não estou magro. No ponto! Ando me sentindo feliz e bonito comigo mesmo. Há tempos não "cedia este tempo" para mim. Cedia tempo em olhar para outras pessoas e esqueci, momentaneamente, de mim. Gostando de mim, estou conseguindo gostar de outras pessoas. E de forma natural, sem pressões. Queria poder dar um beijo em DEUS por sempre, sempre mesmo, ter me colocado perto de pessoas boas e que torcem pelos outros. Aprendi a ser mais humano desde que cheguei nesta terra. Grazie Dio! God Bless You!
Saudades da família. Eis parte dela nas fotos.
Obrigado pelas fotos. Bateu saudades.
Ouvindo: Bateu uma vontade de ouvir um Purple neste momento. São 12h55.

terça-feira, 3 de julho de 2007

Palavras


Ouvindo: Hide Your Heart do Kiss. São 17h47.

Estava recordando do clip desta música do Kiss. Resumidamente ela mostra que tem uma mulher bonita que namorava um sujeito fortão, mas que a tratava apenas como um "objeto". Daquele tipo de sujeito machista, grosseirão. Mas ela conhece um rapaz meigo, querido, sensível, bonito e que dá atenção para ela. Mas seria um envolvimento complexo e difícil. Enfim, que eles se beijam e o rapaz forte aparece. Os dois fogem e sobem no terraço de um prédio alto. Resultado: o rapaz bondoso morre. Final feliz para uma história triste. Foi bem o contrário. Algo tem de semelhante comigo. Sinto-me feliz sabe. Aliás, esclarecendo dúvidas. Não sou casado nem similar. Casaram-me antes d´eu saber. Mas adorei o recado. Senti-me querido por uma pessoa. Mas fico triste por outro. Algo que quero, entretanto não posso fazer. Mas hoje estou mais contente. Minha situação se reverteu. AVISEM AO POVO QUE FICAREI! Disse, para várias pessoas, que vim para fincar bandeira nesta terra que tão bem e carinhosamente recebeu este jovem rapaz. As palavras são complexas. Quando mal entendidas ou mal colocadas causam sérios percalços de compreensão. Enfim, que após explicações e tristezas tudo se resolve. Hoje, quando estava indo para casa, fiquei pensando em onde ir e porque ir. A nossa vida é uma constante necessidade. Quase que uma ordem: trabalho ara ganhar din heiro; dinheiro para poder comer; comer para poder viver; viver para poder trabalhar. É um ciclo vicioso e que não tem ser alterado. A não ser que voltemos à época do escambo. Leiam um livro chamado de Utopia do Thomas Morun. Retrata bem esta idéia de tudo é feito sem haver dinheiro ou pagamento. Uma comunidade unida, justa, igualitária e autocompreendida. Hoje estou feliz por um lado, mas um pouco magoado por outro. Que bom! Voltou ao normal. Mas sigo um tanto decepcionado.

Ouvindo: Who Likes the Sun do Velvet Underground. São 18h43.

Português


Ouvindo: You Took the Words Right Out of My Mouth do Meat Loaf. São 12h31.

Manhã gélida com sol lindo. Aqui o sol brilha mais forte ou é impressão minha? Enfim, que estou anioso por manhãs e dias mais ensolarados no meu jardim. Tenho de começar a ler meus posts. Escrevo, não leio, não corrigo. Erros de digitação. Enfim, viva o nosso 'brasileiro' que tanto gostamos. Porque o nosso português assassinamos diariamente. Nem professor fala corretamente. Mas aos poucos nos entendemos. À tarde escrevo mais.

Ouvindo: You Took the Words Right Out of My Mouth do Meat Loaf. São 12h34.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Motorista





Ouvindo: Metal Frenzyo do Stratovarius. São 18h29min.

Final de semana movimentado e gostoso. No sábado, a apresentação do teatro foi em uma festa particular. Foi na festa junina de uma empresa. Teatro amador mas que cobra. Sim, até porque não iríamos nos esforçar de graça. Lembram do cachorro? Sem comida, não há rabo balançando. Mas foi divertida. Uma apresentação mais intimista, mais próxima do público. E sabe que fomos bem recebidos? Mas a parte chata é que na festa tinha um outro sujeito vestido de padre. E pior ainda é que ele estava mais bonito que eu. Estragou minha roupa, mas desmoralizei-o. Eu era um padre pobre. Ele era padre da escola do Edir Macedo. Eu era padre capuchinho paraibano. Pobre nordestino-nordestino pobre. Mas nos divertimos bastante. Furtaram o vinho do padre pobre. Mas pobre é complicado. Além de nada ter, furtam o pouco que tem. Era meu presente. Mas aproveitei e bebi também. Saímos do ‘trabalho’ e íamos para casa quando lembrei do convite da Elaine. Festa caipira não sei onde. Passei na casa dela, peguei as coordenadas com a Sil e aproveitei a carona. Cheguei não sei onde, na festa de não sei quem e me diverti pacas. Até dançar eu dancei. Pior é chegar um padre, manco, com uma sandália tamanho 40 (meu pé é 44), uma batina vagabunda e marrom. Tentarei encontrar alguém com fotos. Quem sabe no ensaio de amanhã, terça, o pessoal leve alguma máquina. Mas foi muito boa a festa. Detalhe: estava eu conversando com uns caras gays que conheci lá (e outros de festa anterior) e já me tiraram para veado. A mãe da dona da festa pensou que eu fosse gay. Bem capaz! Tudo bem que não sou um atleta nem nada, mas não é porque uso brincos e sou gentil, agradável com as pessoas que devo, necessariamente, ser homossexual. Respeito quem for, mas não me passem a mão na bunda. Enfim, o padre fez a festa dele. Com um vinho bordô, que foi “cortado” com um isabelão (variedade de uva) vagabundo, mas que seguiu seu rumo de embriaguez. E nem bêbado eu consegui ficar. Um frio do caramba estava sábado. Enfim que fomos embora e o nosso motorista estava embriagado demais para ‘pilotar’ o Chevette, preto, ano 80. A Elaine pediu se eu sabia dirigir e tinha carteira de habilitação. Respondi positivamente. Mas não contava eu que o Chevette estava ‘entupido’ e o câmbio não estava bom. Simplesmente o carro não subia o morro. Ainda bem que tenho certa experiência de motorista. Fiquei naquele lance de embreagem e acelerador até conseguir subir o barranco. Enfim, que fui passar a segunda marcha. Quem disse que a segunda entrava? Tive de parar o carro, voltar com a primeira e seguir viagem. Uma neblina que não via nem o capô do carro. Mas resumindo que andamos um bom pedaço em primeira. Peguei embalo e consegui meter terceira para fazer mais rápido. Chegamos. Elaine, vendo é diferente de estar sentado no lado esquerdo dianteiro do carro. Uma aventura e tanto. Mas pouparei detalhes maiores. Chegamos vivos e com saúde para uma próxima indiada. Indiada é uma expressão sulista. Viva nosso bairrismo Elaine. Hoje descobri que a Negona é preconceituosa. Mas eu gosto dela mesmo assim. Estou feliz com algumas coisas. Primeira delas: fiquei muito feliz com a nomeação da Silvia para a SDR. Depois de seis meses “doando” ela recebeu o prêmio. Mais do que merecido. Além de um ser humano da melhor espécie, é uma profissional dedicada e competente. Tecidos elogios merecidos, fiquei feliz que ela realizou o tão esperado desejo da TV gigante. Desde sábado que ela não sai de casa. Parabéns Sil. Para a Elaine, agradeço pelo papo sempre útil, pelo sorriso sempre bem-vindo, pelo carinho e pelo prazer da companhia. Queria ir atrapalhar o trabalho dela, mas fui taxado de forma cruel. Aliás, queria mesmo é ver o Shazan. Outra, devo agradecer ao carinho da Anjinha que sempre aparece por aqui e sabe que, mesmo conhecendo pouco, faz falta. Algo estranho paira no ar. Mas é algo super bom. Cabelos cacheados? Adorei. Pensei em cortar as madeixas esta segunda, mas gosto-me de cabelos mais longos. Acordar cedo, olhar no espelho, e beijar o vidro prateado me deixa feliz. Sentir-se querido é algo que não tem preço. Seria bom ter isso de manhã cedo, ao meio-dia, à tarde, noite. Poder acordar e ver o pijama e fazer aquelas coisas que havia contado quinta-feira passada. A simplicidade me atrai. Claro que uma maquiagem é sempre bem-vinda, mas ainda aprecio a simplicidade, a naturalidade. Sempre me quebrei, mas sigo em minha incessante busca da tranqüilidade. Aos poucos atraio algo bom. Sou uma espécie de ímã de pessoas boas. Senti nesta segunda uma força muito grande das pessoas daqui a emissora. Fiquei muito contente. Não sei ao certo o que vai acontecer mais adiante, mas sinto-me feliz. Aqui e nesta terra e com estas pessoas. Queiram-me bem porque quero o melhor para vocês. Estava falando com minha Tchetcha faz pouco e fiquei um tanto emocionado. Pela primeira vez nesta terra me abateu uma saudade doida. Primeiro com a Momo, depois com Tchetcha. Ela falava do Gatão que estava descansado sobre o monitor. A Momô com medo de que o aparelho quebrasse. Mas nada disso. Deixa o Gatão amoroso fazer o descanso dele. Ele está lindo. E o Pink também. Olha o fução do Pink. Sempre assim. Calmo e sereno. Fico feliz que a Tchetcha tenha boas companhias. Mesmo que animais. Queira sim queira não, os bichos fazem e trazem uma paz imensurável perto de nós. Saudades de todos vocês. Fiquem em paz, pois eu estou e estarei. Com calma, serenidade e tranqüilidade eu chego onde quero chegar. Beijo no coração, mas no mais profundo lugar do coração, de cada um do vocês.

Ouvindo: Love Of My Life do Scorpions. São 20h10.

Retorno


Ouvindo: O Jairo terminando o programa. São 12h30.

Depois de um final de semana movimentado e um tanto quanto pensativo, comecei feliz esta segunda-feira. Animado. Tudo motivaria ao contrário, mas eu, com esta sede de alegria e mudanças positivas, mantenho-me sóbrio nesta alegria e esperança que me abateu há algumas semanas. Desanimar? Não, não mais! E ratifico meu não. Não mesmo! Agora começou o período há muito cogitado: mudanças. Mudanças globais, mudanças de conceitos, a universalização (ou globalização, como queiram), a derrubada de PRÉ-conceitos. Vejo dia após dia que isso vai caindo por terra. E chega de sofrimento. Beijo a todos que por aqui me visitam. Deixem alguma mensagem quando visitarem. E para outros, não pensem que sou de desanimar fácil. Sou de "me fazer" um pouco, mas no fundo há um muro grande e forte. É só retirar o limo aparente que atrás tem um muro fortemente constituído por minhas crenças e pelo amor que aprendi a ter com minha família. Amor e esperança são dois fatores extremamente fortes. Anjinha, adorei o recado. Fico feliz que tenha entendido. Boa idéia da Sil de voltar a caminhar. Cheguei há um mês e meio e engordei quatro quilos. Preciso perdê-los. Enfim, mais tarde retorno. Hoje estou tranqüilo e sereno. A foto ilustra. Elaine, não me detona! Aliás, fazer festa contigo é uma festa à parte. Adorei. Na próxima vez, vou pedir se o carro faz as marchas "normalmente" pois a caixa do Chevette está nas últimas mesmo.

Ouvindo: Uma voz que me chama ao ar. São 12h35.

sábado, 30 de junho de 2007

Respeito


Ouvindo: Me Leva Pra Casa da Bandaliera. São 13h50.

Esta música caiu como uma luva esta semana. Eis a letra dela. Estava pensando em que escrever ou como iniciar o post deste sábado e ouço esta canção.
Ligo o rádio do meu carro, pego a estrada./ Não sei nem pra onde vou./ Ponho os óculos escuros./ Deixo a mente apertar o acelerador./ Essa noite eu quero festa, eu quero rua./ Eu quero é me apaixonar./ Num romance a cem por hora./ Alguém sozinho como eu pra poder falar./ Me leva pra casa./ Me pega no colo./ Me conta uma história./ Me fala de amor./ Me leva pra casa./ Me pega no colo./ Me conta uma história./ Me mata de amor!.//
Viva o bairrismo. A original desta música é dos anos 80 dum sujeito chamado Joe. Desapareceu do cenário musical. Mas é o bairrismo que eu e a Elaine falamos seguidamente. Defendemos o nosso Rio Grande até debaixo da chuva. Com facas ou com voz, ou palavras neste caso. Viva o Rio Grande. E hoje tenho a convicção de uma coisa: aprendi a respeitar mais o estado que nasci depois de sair dele. Aqui tem gente de tudo quanto é parte. E interessante que esta diferença cultural une as pessoas. Histórias, formas de falar, expressões diferentes. Aprendo a cada dia.
Ontem fui caminhar um pouco, numa noite gélida. Acabei passando perto da casa da Sil e da Elaine e apertei o interfone errado novamente. Sempre aperto o número errado. Parei para dar um oi e fiquei. Foi colocada água para esquentar e ser feito um café, mas optamos por acabar com as cervejas da quinta. A Negona sorvendo deliciosos goles de vinho argentino (comprado na véspera) e nós (eu e a Sil) tomando o que restou da cerveja. Como é bom conversar com elas. Divertido e cultural. Deparar-me com a Elaine com um "chambre" e a Sil de pijama com pantufa rosa. Creio que era uma porquinha rosa nos pés. E o Shazan correndo e se pendurando na pantufa dela. Gato mais lindo. Lembrei do Gatão, que está em Bento. Gordo e fofo, segundo conta-me a Tchetcha. A música foi postada em especial para a Anjinha. Engraçado como as pessoas surgem de forma tão repentina e agradável. Saudades de ti, mocinha. Mas fica em paz e mantenha a tranqüilidade. Não irei embora daqui não. Esta seria uma última possibilidade. Ontem conversávamos sobre variados assuntos. Sobre os motivos que me trouxeram para esta terra. Pela opção que tive de sair de Bento. Entre eles, destaco a possibilidade de desvencilhar de certos sentimentos e ambientes que me faziam mal. Não todos, mas alguns. Sabe, recordações sempre deixaram-me depressivo. Optei por mudar, melhor, "limpar" a parte interna de minha alma. Não o corpo, mas a alma. E consegui. Descobri que aqui consegui buscar algo que eu procurava há tempo. Não o encontrei por completo, mas sigo minha busca. Busco o "auto-descobrimento". Aos poucos vamos nos conhecendo. Interessante. Ando gostando de mim. Estou calmo e sereno como nunca antes. Enfim, desejo um final de semana delicioso à todos. À Anjinha, meu beijo grande e carinhoso. E obrigado pela ligação. Aliás, estou hoje ‘carente’. Beijo para todos vocês. Obrigado pela força Mãe, Momo, Baba.

Ouvindo: Lick It Up do Kiss. São 14h41.

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Pimenta


Ouvindo: Even Flow do Pearl Jam. São 12h22.

Ainda persiste esta tontura. Saio hoje à tarde e vou ao postão. Não esperarei até quarta para fazer os exames. Creio que com meio litro de sangue já seja suficiente. Tenho uma frustração de nunca ter doado sangue. Quem sabe seja a hora. Não esta semana ou na outra, mas terei de perder este medo, pavor de agulhas e fazer uma boa ação. Interessante é que quando temos momentos bons queremos tê-los novamente. E ontem à tarde foi um destes. Quero um replay! Ontem à noite, na casa da Sil e da Elaine, foi bem legal. Podemos comer uma pizza boa, uns franguinhos apimentados ao extremo e tomar umas cervejas. Nada de muito excessivo. Chegamos cedo em casa. Noite gelada. Mas aquele franguinho já temperado estava forte demais. Mas depois escrevo mais. Apenas para dar um oi para a Ajinha, que deixou um recado lindo e pro pessoal de ontem à noite.

Ouvindo: Começando Black do Pearl Jam. São 12h26.

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Past


Ouvindo: Hallowed By the Name do Iron Maiden. São 17h42.

E porque não estar feliz e com uma companhia extremamente agradável? E o melhor... em plena tarde de quinta-feira. Obrigado Anjinha pela tarde maravilhosa! Estou ainda desconcertado. Há, neste blog, variados assuntos, desabafos, comentários, citações. Aqui não é apenas um local de "contar o dia". Caso preste atenção, perceberá que pode aprender algo aqui também. Tirar de lição alguma coisa. Não em tudo, é claro, mas em algumas partes. Todo santo dia tenho a sorte de aprender algo. E tento trazer para cá algo de bom. Dividir com vocês meu dia-a-dia. Meu aprendizado, minhas alegrias e decepções. Posso confessar que há quase dois meses tenho me sentido muito VIVO. Muito contente, feliz. O que havia pedido em Bento, estou recebendo aqui. Tudo e mais um pouco. Mas o primordial era a "paz interior". E a obtive nesta terra. Videira, região Meio-Oeste catarinense, é um lugar lindo, maravilhoso e acolhedor. Não estranhei ninguém e nem vi nada de estranho. Impressão que eu tive, e tenho ainda, é de que estou em casa. Parece que estou em casa, em Bento, no meio dos velhos amigos. Saudades de muitas pessoas. Olho para o meu interior hoje e vejo paz e limpeza. Tanta coisa aconteceu comigo. A minha irmã adotada, Jaqueline Alves da Silveira, já ouviu tanta coisa deste humilde sujeito que escreve. A mana ouviu tanta coisa, deu ombro, colo, sofá e café. A cerveja dividíamos. O café até que tudo bem, mas a cerveja não se dá. Toma-se junto. Quantos cafés, quantos cinzeiros sujos, quantas madrugadas e risadas soltamos naquele velho apartamento. Mas hoje ela está bem e feliz. Com casa nova, só dela. Um 'apê' lindão, coisa fina. Parabéns mana. E tento não pensar muito no que deixei, e quem deixei, para trás. Não seria correta a expressão "deixar para trás". Apenas saibam que vim buscar minha felicidade. E encontrei. Não em sua totalidade. Mas saibam que encontrei algumas coisas que jamais imaginei. E estou feliz. Independente do que acontecer, saibam que estou me realizando. Não sou 100% feliz. Mas estou muito bem. E num caminho bom. Até porque faz menos de dois meses que aqui estou. Mãe, Dale, Lela, Moka, Baba, Luli, Lolly, Mago, Gatão, Pink. Não escrevo em ordem porque não existe ordem para o que eu sinto por vocês todos. Sou um sujeito de sorte. E me transformei num ser que parou de perguntar por quê e apenas agradecer. Por que disso ou por que daquilo. Hoje eu peço o que posso fazer. E estou mais contente. Não sou um sujeito assistencialista, mas ajudo quem precisa. Independente da forma que auxilio, mas sinto-me bem. Seja com um simples "olá", com um abraço, com um copo de água, com roupas, com um papo ou com um ombro, apenas. Ajudar não é apenas DAR. Ajudar é ESTAR. Dar algo a alguém é uma coisa. ESTAR com alguém que precisa é outra. E nesta quinta teve uma pessoa que ESTEVE comigo. E apareceu, sem querer. Ou querendo. E quero mais e mais e mais e mais e mais. Pessoal de casa. Desculpem-me, mas irei adiar minha "passeada" por aí. E quando for, irei sem avisar. E que me recebam com um tapete vermelho. (risos) Nem tanto assim. Mas me recebam de braços abertos. Porque sempre estive por vocês e com vocês. Mas aqui, nesta terra, de muitos povos e muitos costumes, conheci algumas pessoas muito legais. Não me canso de escrever isso porque sou agradecido por isso. Agradeçço sim. E o interessante é que estas pessoas ajudam e não querem nada em troca. Sil, obrigado por sempre. Aliás, daqui a pouco tem "reunião" no castelo da Negona e da Sil. Receberá um abraço de agradecimento, Sil. Até porque a Sil me entende, pois é um "papo nosso". Enfim, não peçam apenas. Agradeçam também pelo que vocês têm.

Ouvindo: Rock and Roll do Led Zeppelin. São 18h18.